O SENTIDO DA ESPIRAL NO LABIRINTO DE PAISAGENS CAMBIANTES INDAGA A ALMA CRIATIVA NO ESPAÇO COLETIVO

NÚCLEO DE ESTUDOS DA PAISAGEM - FAU USP
aprender com a cidade, aprender na cidade
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paisagem                ensino                pesquisa                arte
        espiral da sensibilidade e do conhecimento 

por um conhecimento livre e sensível, por um mundo livre e em paz


OBJETIVOS

Espera-se contribuir na construção de processos autogestionados e independentes na transformação do ambiente, sobretudo a partir da ação no âmbito cultural , do aprendizado (educação) livre, e da construção solidária e dialógica de conhecimentos.

Em nossas atividades esperamos contribuir para praticar e difundir princípios e formas de ação fundadas na Autogestão, Solidariedade, Apartidarismo, Promoção da diversidade, Paz, Criatividade, Alegria, no Afeto.

Busca-se um aprendizado em ação com outros parceiros, procurando reconhecer brechas intelectivas e sensíveis, possibilidades poéticas e de conhecimento colaborativo que se desdobrem ou contribuam em projetos e estratégias de ação pacifista e solidária (em uma postura transformadora):
  • de ensino e formação na perspectiva de uma universidade livre e dialógica,
  • de processos colaborativos de solução de problemas,
  • de engajamento em processos de monitoramento e proposição de relevante interesse socioambiental,
  • e debate ativo da cultura de transformação do espaço contemporâneo inclusive em sua perspectiva histórica.

ESPERAMOS


1. Contribuir para um debate ativo da cultura contemporânea entendida em seu sentido histórico, para o conhecimento dos meios sociais de produção das paisagens e suas formas de apropriação, valoração e gestão, correlacionando-as com as permanências e mudanças de comportamentos - sobretudo as que estabelecem uma perspectiva crítica.

a. Realizar estudos sobre as poéticas e representações sociais da cidade e da natureza, inclusive nas proposições de sua transformação, procurando discutir como contribuem ou inibem a renovação das sensibilidades, as visões de mundo que mobilizam, as estratégias de resistência, as afetividades e processos criativos como experiências no cotidiano/vida, visando colocar em uma perspectiva crítica a cultura contemporânea de transformação do espaço.

b. Realizar estudos sobre as diversas abordagens da paisagem nas artes e nas ciências, e em especial circunscrevendo esse campo de abordagem no âmbito da arquitetura e do urbanismo a fim de colaborar com o conhecimento desse campo e com o diálogo com outras áreas de conhecimento, que caracteriza nossas atividades.

c. Contribuir com esforços no sentido de uma história colaborativa da paisagem e da memória social, correlacionando-a com a história erudita do habitar e registro crítico das formas de afetividade, sociabilidade e gestão, procurando entendimento dos interstícios dos meios de produção social, apropriação e valoração da paisagem.

2. Estruturar, como esforço metodológico ao lado da aproximação histórica, as pesquisas e ações, em seu conjunto, de modo a permitir correlacionar a investigação das estruturas urbanas e ambientais com estudos colaborativos locais, com atenção às interações escalares dos processos implicados, colocando em discussão a cultura de produção do espaço urbano, do habitar e das formas de sociabilidade e gestão, visando contextualizar a compreensão de processos espaciais implicados nos projetos locais.

3. Gerar e participar de ações colaborativas e poéticas com coletivos e outros grupos de ação cultural e social em torno das sensibilidades, da produção de conhecimento, dos modos de transformar a paisagem e o ambiente e desdobrar a experiência em processos experimentais de sensibilização, formação e ação transformadora.


aprender com a cidade, aprender na cidade

NÚCLEO DE ESTUDOS DA PAISAGEM - FAU USP